domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Os Quatro Pilares
APRENDER A SER - É a busca do desenvolvimento integral da pessoa (auto-estima, autodeterminação, auto-realização e sensibilidade pessoal), da espiritualidade, do pensamento crítico e da imaginação criadora.
APRENDER A CONVIVER - Envolve a descoberta e o encontro do outro, com a devida compreensão e respeito a seus valores, á sua cultura, desenvolvendo a percepção da interdependência, da não violência, da capacidade de administrar conflitos e da valorização do próximo.
APRENDER A APRENDER - É o despertar do prazer de conhecer, compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento, de ter curiosidade. É condição para ser desenvolvida sempre, ao longo de toda a vida, a fim de compreender o mundo, a sociedade e o movimento das idéias.
APRENDER A FAZER – É o desenvolvimento de competências e habilidades que levem à aplicação da tecnologia na vida moderna, sem esquecer de atentar para as relações interpessoais, para o trabalho em equipe, levando ao desenvolvimento das novas lógicas e da criatividade.
APRENDER A CONVIVER - Envolve a descoberta e o encontro do outro, com a devida compreensão e respeito a seus valores, á sua cultura, desenvolvendo a percepção da interdependência, da não violência, da capacidade de administrar conflitos e da valorização do próximo.
APRENDER A APRENDER - É o despertar do prazer de conhecer, compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento, de ter curiosidade. É condição para ser desenvolvida sempre, ao longo de toda a vida, a fim de compreender o mundo, a sociedade e o movimento das idéias.
APRENDER A FAZER – É o desenvolvimento de competências e habilidades que levem à aplicação da tecnologia na vida moderna, sem esquecer de atentar para as relações interpessoais, para o trabalho em equipe, levando ao desenvolvimento das novas lógicas e da criatividade.
Educação Inclusiva no Brasil
As desigualdade sociais no Brasil afetam diretamente as diversas condições de acesso à educação no país. Quase todos os indicadores educacionais brasileiros evidenciam este fato.
São percebidas desigualdades nas condições de acesso à educação e nos resultados educacionais das crianças, dos jovens e dos adultos brasileiros, penalizando especialmente alguns grupos étnicorraciais, a população mais pobre e do campo, os jovens e adultos que não concluíram a educação compulsória na idade adequada.
Grandes desigualdades raciais e étnicas continuam existindo na sociedade brasileira (especialmente com relação a alguns grupos específicos, tais como a população indígena, a população afrodescendente, os quilombolas, a população carcerária e a população rural).
A literatura especializada mostra que há forte correlação entre a origem étnica e as oportunidades educacionais. Estas coexistem lado a lado com desigualdades sociais e regionais, contribuindo, assim, para a exclusão educacional de um número considerável de jovens e adultos.
A UNESCO pretende apoiar o país na implementação de ações afirmativas para promover oportunidades iguais de acesso à educação de qualidade, incluindo todos os grupos da sociedade brasileira.
A importância da leitura
A leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro, no entanto isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito rotineiro as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária, por exemplo.
Muitas coisas que aprendemos na escola são esquecidas com o tempo, pois não as praticamos, através da leitura rotineira tais conhecimentos se fixariam de forma a não serem esquecidos posteriormente. Dúvidas que temos ao escrever poderiam ser sanadas pelo hábito de ler, talvez nem as teríamos, pois a leitura torna nosso conhecimento mais amplo e diversificado.
Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.
O hábito de ler deve ser estimulado na infância, para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso, assim com certeza ele será um adulto culto, dinâmico e perspicaz. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos difere dos animais irracionais, pois comer, beber e dormir até eles sabem, é a leitura que proporciona a capacidade de interpretação.
Toda escola, particular ou pública, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica.
O hábito de ler deve ser estimulado na infância, para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso, assim com certeza ele será um adulto culto, dinâmico e perspicaz. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos difere dos animais irracionais, pois comer, beber e dormir até eles sabem, é a leitura que proporciona a capacidade de interpretação.
Toda escola, particular ou pública, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica.
Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, “o verbo ler não suporta o imperativo”. Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
A construção do conhecimento na sala de aula
A Construção do Conhecimento na Sala de Aula. Tornar a ação em sala de aula um trabalho onde o aluno constrói o próprio conhecimento não é tarefa que possa ser deixada a cargo de um livro. Ser ou não ser construtivista, na prática educativa, está diretamente relacionado à atuação do professor. Ser construtivista é acreditar que o conhecimento não é transmitido de uma pessoa para outra, mas construído através da atuação do próprio indivíduo sobre o que deve ser conhecido. Essa atuação consiste em observar, explorar, pesquisar, comparar, relacionar, discriminar, levantar hipóteses, concluir, posicionar-se... Ser construtivista implica em considerar o que o aluno já vivenciou e já conhece sobre determinado conteúdo, estabelecendo metas que resultem em uma ampliação de seu conhecimento inicial. O educador construtivista acredita no poder da informação como forma de ampliar e sistematizar o que o aluno já conhece, buscando a construção do conhecimento científico. Ser construtivista é trabalhar sempre com desafios que permitam ao aluno ir além do que sabe, fazendo-o buscar soluções que superem sempre as já conhecidas. Ser construtivista é oferecer ao aluno oportunidades de respostas, caminhos e soluções variadas e criativas, estabelecendo entre eles a troca das muitas possibilidades do pensamento. A ação construtivista, portanto, está nas mãos do mediador da aprendizagem: o professor. O "Ciclo da Vida" contém propostas de trabalho que visam favorecer a construção do conhecimento. São atividades abertas que permitem respostas variadas, sem dar modelos ou solicitar repetições. Propostas que permitem o posicionamento pessoal, que estimulam o estabelecimento de relações e encaminham à pesquisa. Tornar a sala de aula um ambiente construtivista será sempre papel do professor.
(http://www.callis.com.br/home/construcao_conhecimento_sala_de_aula.htm)
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